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Chrystofer Jonathan

Natural de Itajubá, no Sul de Minas Gerais, o professor de Hapkido (1°
dan). sofreu muito Bullying na infäncia e juventude, porém, buscou
se defender da melhor maneira possível, ou seja, por meio de uma
jornada pelas artes marciais.
Nesse caminho, indagou certos fatores e observou que em sua cidade não havia nada que pudesse atender ao que procurava em termos
de defesa em geral. Conheceu, então, o GM de Hapkido, Luís César Grotti dos Santos
(Luizão), através do mestre André Simões Nagaoka.
Mestre Luizão ministrava aulas em Caraguatatuba, no Litoral Norte de São Paulo.
Foi assim que começou uma bem-sucedida parceria de 16 anos, entre idas e vindas.
Frequentemente, o professor Jonathan ia a Caraguatatuba em busca de novos ensinamentos. Treinava tudo o que tinha aprendido em Itajubá, em um quarto de sua casa,
preparado com um tatame de palha japonesa. Os treinos eram realizados com amigos,
hoje alunos e professores.
Sem apoio de família ou de qualquer entidade pública ou privada, contou apenas
com amigos e seu mestre. Aquele que negligencia a própria segurança, não está apto
para cuidar e treinar outras pessoas. Não praticar uma arte marcial, por exemplo, é uma
forma de negligenciar a própria segurança. Em minha opinião, um dos requisitos indispensáveis para ser um bom professor é que ele conheça a história de sua modalidade e
das demais, para que tenha um julgamento imparcial na hora de orientar seus alunos,
com honestidade e segurança, respeitando os demais pontos de vista , analisa.
Em 2017, o educador conquistou o primeiro lugar no Mundial de Hapkido, e no ano
seguinte, foi um dos destaques da Homenagem Esportiva, na Assembleia Legislativa do
Estado de São Paulo (ALESP). A importância de conhecer a origem das modalidades
marciais, bem como seus métodos e aplicações cotidianas, lhe ajuda a decidir em qual
delas se adequará melhor, levando em conta suas necessidades, além de promover uma
segurança sólida na hora de identificar pessoas de má índole que tentam se passar por
profissionais qualificados, inventando métodos e técnicas, e colocando em risco à segurança de todos, principalmente dos profissionais de segurança pública, que dependem
de um bom treinamento , aconselha.